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CRÔNICA
por Suzane

PENSANDO NO PÚBLICO URBANO, TOYOTA LANÇA 3 VERSÕES A GASOLINA DE SEU UTILITÁRIO ESPORTIVO SW4


    O brasileiro está cada vez mais adepto aos utilitários esportivos nas grandes cidades.
    A Toyota, que fabrica o modelo SW4, líder de venda entre os utilitários esportivos médios, com motor a diesel, está lançando no Brasil duas versões a gasolina: uma com motor 2.7 de 4 cilindros e 158 cavalos, e outra com motor 4.0, V6 com 238 cavalos.
    Com esses lançamentos, a empresa visa aumentar a gama de clientes, atingindo tanto o consumidor mais exigente em relação a desempenho e luxo, quanto o que prima pelo custo/benefício; e estima que já em seu ano de lançamento, essas versões a gasolina representem 25% das vendas do SW4.
    Quando lançou, em outubro passado, a versão a gasolina da pick-up Hilux, a expectativa da Toyota era de que essa motorização representasse 10% das vendas, mas no entanto, a versão a gasolina representou quase 20% das vendas totais da Hilux.
    Adquirindo uma SW4, o consumidor estará investindo mais na parte técnica, principalmente no que diz respeito a do motor e suspensão, do que propriamente em acessórios de luxo e conforto.

ÍTENS COMUNS ÀS DUAS VERSÕES

    Alguns ítens como, design externo, espaço interno com 3 fileiras de bancos reclináveis e lugar para 7 passageiros, ar condicionado com distribuição e regulagem individual no teto, coluna de direção e assento do motorista com regulagem de altura, são comuns às duas versões de motorização.
    Como agora os bancos são dobráveis para a frente, é possível utilizá-lo também na configuração de 5 lugares sobrando mas espaço para a bagagem.
    O design do carro é moderno e harmonioso com faróis com refletores tipo “Projetor”.
   

    A dirigibilidade da SW4 é bastante boa, pois a SUSPENSÃO independente nas 4 rodas com barra estabilizadora, braços triangulares duplos e molas helicoidas na dianteira e tipo 4Link na traseira, é um ponto forte do carro. Muito bem calibrada em conjunto com os amortecedores, é bem dimensionada para o peso do carro que passa das duas toneladas.
    O diferencial possui sistema LSD (Limited Slip Diferencial) o que faz com que o torque do motor seja distribuído igualmente entre as rodas, se ajustando aos desníveis do piso, e evitando que o carro pule. A capacidade do tanque é e 80 litros e são 6 as cores disponíveis: Branco Polar, Prata Metálico, Cinza Chumbo Metálico, Preto Eclipse, Azul Metálico e Bege Aurora.
    O comando de válvulas do motor, com abertura variável (sigla VVTi), também está presente nas duas versões.



DIFERENÇAS EXTERNAS

    Em relação ao design, algumas diferenças entre as duas versões:
    Na parte externa, podemos notar os estribos laterais originais de fábrica apenas no V6, e as rodas, que vem com aro de liga leve de 17 polegadas e pneus 265/65. Na versão 4 cilindros, as rodas são de aço, com 16 polegadas e, para compensar na altura, pneus 265/70.
    No mais, apenas os detalhes das inscrições dos diferentes modelos nos paralamas laterais.
    Para diferenciar a versão a gasolina da diesel, podemos observar a entrada de ar do intercooler em cima do capot, inexistente na versão gasolina.


DIFERENÇAS NO MOTOR E CÂMBIO

    Algumas das inovações tecnológicas incluídas no motor das versões a diesel, também estão nas versões a gasolina.
    A versão SR 2.7 VVT-i de quatro cilindros e 16 válvulas tem duplo comando de abertura de válvulas inteligente e 158 cavalos de potência a 5.200 rpm com torque de 24.5 Khf.m a 3.800 giros. Traz duas árvores de balanceamento que giram em sentido contrário para anular a vibração do motor.
    Com o objetivo de diminuir ao máximo a temperatura de funcionamento, o coletor de admissão é plástico, melhorando a passagem dos gases e reduzindo calor. O coletor de escapamento é feito em inox e os pistões são refrigerados com jatos de óleo.
    As bielas são forjadas e o bloco tem galerias de água entre os cilindros. Neste modelo 4 cilindros, temos a opção de câmbio manual de 5 marchas e automático com 4, com gerenciamento eletrônico, e tração 4x2 .
    Por causa de seu peso ele tende a sair um pouco de frente pois a força do motor age no eixo traseiro, o que já é amenizado pelo sistema LSD (Limited Slip Diferencial) que distribui o torque entre as rodas



    A SRV 4.0 V6 VVT-i tem 24 válvulas e gera 238 cavalos de potência a 5200 rpm, com torque de 38,3 Kgf.m a 3.200 giros.
    O motor tem cabeçote, bloco e cárter construídos em alumínio, coletores e sistema de escapamento em inox e algumas peças de resina em substituição ao metal, como esticador e tensionador de polia, buchas de válvulas e pescador do óleo.
    São 2 coletores de admissão, com abertura de válvula variável, bielas fraturadas e forjadas, bicos de refrigeração para os pistões e bicos injetores com pulverização e 6 bobinas de ignição.
    O câmbio é automático de 5 velocidades, com o curioso “Sistema de Inteligência Artificial”, que seleciona a marcha mais adequada de acordo com o estilo de direção do condutor, levando em conta a posição do acelerador, velocidade do carro, rotação do motor e atuação dos freios e inclinação do carro.
    Vem com tração integral 4x4 com reduzida igual a da versão a diesel,, com diferencial tipo Torsen que distribui o torque entre as rodas, de acordo com as diferenças de terreno, e diferencial central com autoblocante, melhorando o desempenho inclusive nas curvas.


DIFERENÇAS DOS ACESSÓRIOS

    Como o objetivo é deixar a versão 2.7 com preço mais competitivo, privilegiando o custo/benefício, diversos acessórios de série disponíveis na versão V6, não estão incluídos na versão 2.7, como por exemplo, ABS, computador de bordo, ajuste elétrico do banco do motorista, comandos do sistema de som no volante, bancos em couro, retrovisor com rebatimento elétrico, CD Player com capacidade para 6 discos, air-bag para o passageiro, direção hidráulica progressiva, ajuste elétrico do banco do motorista, apliques de madeira nas portas e no console central, ajuste elétrico do banco do motorista, retrovisor interno eletrocrômico e piloto automático.
    A versão 2.7 fica bem parecida com a Hilux a gasolina, com os bancos revestidos de tecido.



    FICA DEVENDO
    Alguns ítens que os concorrentes oferecem, mas que não estão incluídos em nenhuma das versões da SW4 são: entrada USB no CD player, bluetooth, air bag lateral, sensor de distância traseiro, teto solar, farol de xenônio, maior quantidade de porta-trecos, espelhinhos nos para-sóis, ajuste elétrico do banco do passageiro e sistema de alarme e fechamento de vidros por controle remoto.


DIFERENÇA NOS FREIOS

    Ambas as versões vem com freio a disco na dianteira e tambor na traseira, e muito bem equilibrado.
    A grande diferença está no ABS presente somente na versão V6.

DIFERENÇA NO PREÇO

    A diferença de R$ 43.800 entre as versões mais cara e mais barata, dá para comprar 2 carros populares.



março de 2009

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